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A VOZ DO POVO

MANIFESTO
Em todos os momentos, quando
a Justiça no Brasil esteve sob
ameaça, o Rio de Janeiro se fez,
presente... Assim foi no passado.
Assim será, sempre.
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    Ivo Meirelles

    “Todo carioca e aqueles que escolheram o Rio de Janeiro para morar precisam se unir, sair às ruas para defender os estados produtores do pré-sal. Estamos com o Rio nessa”

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    José Júnior

    “Todo mundo precisa sentir um pouco na pele que esses royalties atingem a cada um de nós. Vamos mobilizar o máximo de pessoas possível. Conto com vocês”

  • QUEM APOIA

    Furacão 2000

    “Em defesa do Rio, nós temos que lutar, pois esse bem é nosso e ninguém pode levar". O refrão feito pelos MCs da equipe Furacão 2000 mostra que a galera do funk está na luta pelo Rio”

UM GRITO DE 150 MIL VOZES

Foram 150 mil vozes, gritando sem parar contra a injustiça. O Centro do Rio viveu um dia histórico, daqueles pra guardar na memória e ter orgulho. O povo se uniu e mostrou que um Estado mobilizado tem força...

COMO FOI NO ANO PASSADO

Não há dúvidas: a população do Estado entendeu a importância de se unir no movimento Contra a Covardia, Em Defesa do Rio. Naquela quarta-feira, 17 de março, cerca de 150 mil pessoas participaram de um grande ato público...
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MANIFESTO DO RIO

Um dos pilares da democracia é o respeito à Justiça. É ela quem promove a convivência pacífica entre os cidadãos, assegura direitos e deveres e mantém o equilíbrio entre as instâncias de poder. Sem a Justiça, tudo isso desaparece. O debate a respeito dos royalties pela exploração de petróleo, um direito assegurado pela Constituição brasileira aos estados produtores, não é uma mera disputa econômica entre entes da federação.
É uma batalha por Justiça. Quem viveu décadas sob o jugo do arbítrio sabe que essa é a mais digna das lutas.

É por esta razão que o Rio de Janeiro está nas ruas. Quando um direito assegurado pela Justiça é violado, não são apenas os fluminenses que se encontram ameaçados. Amanhã, outros estados poderão se ver na mesma situação.

O direito aos royalties nunca foi um ato de generosidade para com os estados produtores. Significa um reconhecimento, pela Justiça, dos impactos_ econômicos, ambientais e sociais - que a exploração petrolífera pode representar. Mas agora, por conta de uma mistura de cobiça e ambição política, tudo isso é desprezado. Sem levar em conta não só a violação aos direitos adquiridos, mas as consequências práticas da atitude extrema de privar os estados produtores destes recursos.

No caso do Rio de Janeiro, isso significará, apenas no ano que vem, a saída de quase 3,2 bilhões de reais da economia fluminense. Dinheiro que representa o pagamento de aposentados e pensionistas, investimentos em projetos sociais e obras de infraestrutura e saneamento, a manutenção de gastos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública.

Em todos os momentos, quando a Justiça no Brasil esteve sob ameaça, o Rio de Janeiro se fez presente. Foi às ruas clamar pela volta das garantias democráticas, pelo direito ao voto, por um país livre. Assim foi no passado. Assim será, sempre.